Cultura Pop

O que ver no cinema 11/01/18. Viva!, Jumanji e outras estreias

Os destaques entre as estreias dos filmes no cinema. Aqui você encontra os lançamentos da semana reunidos em uma única postagem. Às vezes, tem séries e telefilmes também. E meus comentários sobre os filmes no quadro Estreias no Cinema da Rádio 94,1 fm. Bons filmes e boa diversão.




O que ver no cinema

Nível Épico

Viva! A Vida é uma Festa

(Coco) – Animação. Estados Unidos, 2017. De Lee Unkrich, Adrian Molina. 1h45min. Distribuidora: Walt Disney. Classificação: Livre.

Vale a pena? Em filmes como “Bambi”, “O Rei Leão”, “Frozen” e “Up”, a Disney sempre mostrou seu tato para tratar de histórias densas sobre perdas de uma forma leve e bem humorada. Em “Viva!”, a morte está mais presente do que nunca. O conto do menino mexicano preso na Terra dos Mortos nos lembra dos clássicos da Disney, mas respira novidade. É bonito, musical, melancólico, engraçado. Uma festa, de fato.

Miguel Herrera é um menino que sonha ser músico. Mas sua família acredita que a música é uma maldição por causa de uma história antiga envolvendo seu bisavô. Depois de tocar a guitarra de seu ídolo, Ernesto de La Cruz, Miguel é enviado à Terra dos Mortos e precisa convencer sua família de que a música não é uma maldição se quiser voltar ao mundo dos vivos antes que seja tarde demais.


O que ver no cinema

Nível Exemplar

Jumanji: Bem-Vindo à Selva

(Jumanji: Welcome to the Jungle) – Ação. Estados Unidos, 2017. De Jake Kasdan. Com Dwayne Johnson, Karen Gillan, Kevin Hart, Jack Black, Nick Jonas. 1h59min. Distribuidora: Sony Pictures. Classificação: 12 anos.

Vale a pena? O novo “Jumanji” é uma surpresa agradável. Ninguém dava algo pelo filme. Mas é como sempre digo, sem o The Rock está no elenco, há GRANDES chances de o filme dar certo. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” é mais um destes casos. Mas não apenas pelo ator fortão – que tem alguns dos momentos mais engraçados da aventura com suas icônicas levantadas de sobrancelhas –, mas pelo todo. Karen Gillan, Kevin Hart e Jack Black são essenciais na divertida equipe. A troca de corpos – com os personagens assumindo avatares como em um jogo de videogame online –, o elenco afiado e o roteiro bem arranjado, repleto de aventura e efeitos visuais, criam um jogo tão sensacional quanto o do antecessor de 1995.

A história é uma sequência, não um remake, e se passa 20 anos depois do original de 1995, que é uma adaptação do livro homônimo de Chris Van Allsburg. Na versão atual, quatro adolescentes encontram um videogame e escolhem avatares para jogá-lo, mas acabam sendo sugados para dentro do jogo. Agora, munidos das habilidades especiais de seus avatares, eles precisam atravessar fases arriscadas e superar perigosos chefões com o objetivo de salvar Jumanji. Apenas se completarem a missão, poderão retornar em segurança para o mundo real.


O que ver no cinema

Nível Exemplar

The Square: A Arte da Discórdia

(The Square) – Drama. Suécia, 2017. De Ruben Östlund. Com Claes Bang, Elisabeth Moss, Dominic West. 2h22min. Distribuidora: Pandora Filmes. Classificação: 14 anos.

Vale a pena? Há algo que nos lembra de Lars Von Trier neste filme, e alguns acenos para Buñuel. “The Square” é uma sátira surrealista que explora um museu de arte contemporânea sob uma ótica estranha, mergulhando em uma espiral bizarra de emoções quando a vida do protagonista entra em colapso. É um filme disfuncional. Às vezes, perde o foco da narrativa em meio à loucura, mas, no geral, é bem sucedido em sua própria maneira de demonstrar sabedoria.

A história gira em torno de Christian, um respeitado curador de arte que tenta desesperadamente atrair mais visitantes ao museu que dirige em Estocolmo. Quando seu celular é roubado, ele perde o controle de sua vida, afetando todos ao seu redor e provocando consequências inesperadas.


O que ver no cinema

Nível Exemplar

O Destino de uma Nação

(Darkest Hour) – Biografia. Reino Unido, 2017. De Joe Wright. Com Gary Oldman, Kristin Scott Thomas, Ben Mendelsohn. 2h05min. Distribuidora: Universal Pictures. Classificação: 12 anos.

Vale a pena? Gary Oldman é poderoso em sua performance como Winston Churchill neste drama biográfico, tanto que possui fortes chances de conquistar um Oscar na premiação deste ano. Churchill é um protagonista resiliente nas mãos firmes de Joe Wright, que aborda os eventos de 1940 enquanto a Grã-Bretanha negociava sua retirada da Europa. Em alguns aspectos, o filme sente-se paralelo ao “Dunkirk” de Christopher Nolan, o que concede um peso histórico maior ao filme, como se ambos se complementassem. Isso é bom.

Com a Grã-Bretanha à beira de perder a guerra para a Alemanha, Winston Churchill (Gary Oldman) sofre pressão para fazer um acordo com Hitler para estabelecer o estado como parte do território do Terceiro Reich, mas resiste à pressão.


O que ver no cinema

Nível Exemplar

O Touro Ferdinando

(Ferdinand) – Animação. Estados Unidos, 2017. De Carlos Saldanha. 1h48min. Distribuidora: Fox Films. Classificação: Livre.

Vale a pena? A animação é produzida pela Blue Sky Studios e dirigida por Carlos Saldanha (“Rio”), inspirada no amado livro “Ferdinando, o Touro” (The Story of Ferdinand, 1936) de Munro Leaf e Robert Lawson. Em 1938, a Walt Disney Company adaptou o romance em um desenho curta-metragem de sucesso, que inclusive ganhou o Oscar de melhor curta-metragem de animação em 1939. Assistir a esta nova animação de Ferdinando me traz um sentimento de nostalgia de quando eu era criança. O curta da Disney de vez em quando passava na televisão quando eu era criança e eu sempre o assistia. Adorava a história do touro que preferia cheirar flores ao invés de lutar em touradas. Ferdinando, agora, parte em uma jornada divertida de autodescoberta, rodeado de compaixão, bondade e grandes amizades. É, de fato, adorável.

Ferdinando é um touro gigante com um grande coração. Depois de ser confundido com um animal perigoso, é capturado e levado para lutar em touradas. Agora ele precisa da ajuda de um grupo de desajustados para escapar e voltar para sua família.



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