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Planeta dos Macacos: A Guerra

Caesar e seus companheiros macacos são forçados a um conflito mortal contra um exército de seres humanos liderados por um coronel implacável. Depois que os macacos sofrem perdas terríveis, Caesar enfrenta seus instintos mais sombrios em uma busca mítica para vingar os danos à sua espécie.

(War for the Planet of the Apes) – Ficção Científica. Estados Unidos, 2017.

De Matt Reeves. Com Andy Serkis, Woody Harrelson, Steve Zahn, Amiah Miller, Karin Konoval, Judy Greer e Terry Notary. 2h20min. Distribuidora: Fox Films. Classificação: 14 anos.

Nível Épico

Planeta dos Macacos: A Guerra


O filme que fecha (será?) a trilogia iniciada em 2011

Planeta dos Macacos: A Guerra é de arrancar o fôlego! E algumas lágrimas também. O filme traz a “conclusão” da trilogia iniciada em 2011. Nesse primeiro filme, intitulado Planeta dos Macacos: A Origem, vimos o nascimento de Caesar, interpretado com excelência por Andy Serkis (o ator rei de emprestar corpo, voz e atuação para personagens que serão finalizados com computação gráfica); no segundo filme, Planeta dos Macacos: O Confronto, o mundo está um caos com a epidemia de Gripe Símia que se alastrou como consequência do final do primeiro filme. Para quem ainda não assistiu aos dois primeiros filmes, CORRE PARA VER! Porque assim você vai poder mergulhar em toda a profundidade que nos leva a esta terceira parte da história.

No fim dessa saga, Caesar continua tentando mostrar aos humanos que tudo o que os macacos querem é viver em paz. Mas é claro que nossa querida espécie discorda disso, querendo dizimar os macacos. O grande antagonista é Woody Harrelson, que dá vida ao Coronel, um homem rancoroso e vingativo, que escraviza os macacos para construir um muro de proteção para !você tem que assistir ao filme porque isso é spoiler!

Planeta dos Macacos: A Guerra explora claramente como os macacos vão cada vez mais tendo características humanas, enquanto os humanos vão perdendo-as. As feições e o sentido de comunidade dos macacos faz com que os espectadores sempre torçam a favor deles, afinal, o homem segue “o homem é o lobo do homem”. A tensão que a narrativa traz é de surtar! De verdade.

Continuamos boquiabertos com o uso de computação gráfica para construir a maioria dos personagens. É extraordinário! Do primeiro filme ao terceiro, os elementos tecnológicos foram sendo desenvolvidos de forma que nada é “fake”. Dentro do universo de Planeta dos Macacos faz super sentido o movimento de lábios quando os macacos falam, faz com que tudo seja mais verossímil e não algo tosco. Ok, hoje em dia, é difícil algo ser assim no cinema – mas vale a pena enaltecer toda a tecnologia utilizada nesse filme.

É sempre necessário também saudar a atuação de Andy Serkis – o eterno Gollum –, e como ele continua dando show fazendo o protagonista Caesar. Atorzão de verdade! Temos que dar destaque também a dois novos personagens: a menina Nova e o Macaco Mau, que vai roubar seu <3 de tão fofo e engraçado.

Ainda não sabemos se haverá uma continuação, mas o fim desse filme, além de oferecer um bom fechamento para a trilogia, amarra elementos com o clássico Planeta dos Macacos, de 1968, e se coloca como uma excelente prequel para esse universo. Se a fórmula para um blockbuster for essa, funciona. Mesmo.

Planeta dos Macacos: A Guerra

Planeta dos Macacos: A Guerra

Planeta dos Macacos: A Guerra

Planeta dos Macacos: A Guerra Nycole Reif
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  • João Paulo Serra Santiago

    um filme incrível e épico

  • Raphael Lufkin

    Yes

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