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Doctor Who: O Prisioneiro dos Daleks

Doctor Who: O Prisioneiro dos Daleks

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Resenha

(Doctor Who: Prisioner of the Daleks) – Ficção Científica. Reino Unido, 2009. De Trevor Baxendale. Com os personagens Décimo Doctor, Stella, Scrum, Vanguarda, Bowman e Koral. Editora Suma de Letras. 207 páginas.

Durante a expansão do Império Dalek, batalhas eclodem em vários sistemas solares. Quando o futuro da galáxia está em jogo, o Décimo Doctor se vê próximo à linha de frente, junto a um implacável grupo de caçadores de recompensas. O Comando da Terra paga a eles por cada Dalek morto, por cada olho entregue como prova. Os caçadores, conjuntamente com o Doctor, conseguem capturar um Dalek vivo, desarmado, pronto para ser interrogado. Com os Daleks, no entanto, nada é o que parece e ninguém está a salvo. O jogo vira, e o Doctor se vê prisioneiro de seus piores inimigos.

Trevor Baxendale é um autor inglês que já escreve aventuras do Universo Expandido de Doctor Who há dez anos. Nesse livro, o Décimo Doctor encontra-se sem companions, no momento de viagens pela galáxia antes de regenerar. A TARDIS apresenta um problema, e o Doctor aterrissa no planeta Hurala, uma estação de combustíveis desativada, a Lodestar 479. Por culpa de sua insaciável curiosidade, o Doctor cai numa armadilha e, cinco dias depois, é resgatado pela tripulação da nave Peregrina: os caçadores de recompensas Stella, Scrum, Vanguarda, Bowman e Koral. Logo depois do resgate, descobrem quem plantou a armadilha: os Daleks.

Escapam da maioria dos inimigos e conseguem capturar um deles vivo. O prisioneiro fornece meias informações sobre os planos dos Daleks para o Doctor, e ele as segue. Viajam então para o Limiar de Arkheon, lugar fundamental para os tais planos, e então descobrem: as meias informações eram uma armadilha.

A maior parte da segunda metade do livro passa-se no Limiar de Arkheon, onde a tripulação da Peregrina e o Doctor são feitos prisioneiros. O clímax do livro é muito bem escrito, há um momento em que quase não há espaço para a esperança. Como ele consegue escapar? Só lendo o livro.

Doctor Who: O Prisioneiro dos Daleks

Não apenas o clímax foi bem escrito, mas todo o livro. É um bom episódio do Doctor, divertido e com alguma reflexão. São vinte e quatro capítulos, quase todos terminados em ganchos: em duas tardes, lê-se toda a obra. A reflexão se dá por meio dos meios empregados para interrogar o Dalek: o quão mal faz à sua humanidade viver numa guerra por anos. Os personagens, todos, estão bem desenvolvidos, inclusive os que pouco aparecem. Pode-se imaginar o Tennant ao ler o livro.

Até mesmo uma pessoa que não conhece a série poderia ler o livro sem grandes prejuízos para a compreensão. Logicamente, existem referências a acontecimentos televisivos, mas pode-se conhecer os Daleks a partir dessa leitura.

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