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Star Wars: O Despertar da Força

Luke Skywalker está desaparecido, é assim que começa esta nova história. Rey (Daisy Ridley) vive no planeta Jakku como catadora de lixo, completamente auto-suficiente e solitária, até que conhece Finn (John Boyega), um Stormtrooper desertor. Poe (Oscar Isaac) é um dos melhores pilotos da galáxia, que após ser enviado em uma missão para a Resistência, acaba se deparando com Rey e Finn e tem seu destino inevitavelmente ligado ao deles na batalha contra a Primeira Ordem e o misterioso guerreiro mascarado Kylo Ren (Adam Driver).

(Star Wars: The Force Awakens) – Ficção Científica. Estados Unidos, 2015.

De J.J. Abrams. Com John Boyega, Daisy Ridley, Adam Driver, Oscar Isaac, Andy Serkis, Lupita Nyong’o, Gwendoline Christie, Domhnall Gleeson, Max von Sydow, Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamill, Anthony Daniels, Peter Mayhew e Kenny Baker. 135min. Distribuidora: Walt Disney. Classificação: 12 anos.

Nível Heroico

Star Wars: O Despertar da Força


STAR WARS: O DESPERTAR DA FORÇA – RESENHA

“Guerras não fazem grande, ninguém”, disse Mestre Yoda, muito tempo atrás em uma galáxia muito, muito distante. Quando George Lucas sonhou com sua Guerra nas Estrelas nos anos 70, ele jamais poderia ter previsto quão grande iria se tornar. Mais do que isso, jamais poderia ter previsto quão grandiosa ela seria nas mãos de uma nova geração com melhores ferramentas e perspectivas ao alcance. J.J. Abrams assumiu a saga original de Lucas com reverencia e a moldou em algo maior, de som mais impactante, batalhas muito mais realistas e sangrentas, verdades mais dolorosas. Os Stormtroopers finalmente matam e morrem em meio ao que há de mais cruel e desolador em uma guerra de proporções galácticas. Acertam seus alvos sem piedade, e são perfurados e devastados com igual fervor em combates que apenas uma verdadeira guerra poderia promover. A galáxia é um pouco mais violenta agora, um pouco mais parecida com a realidade sombria e desesperadora do mundo atual. A desesperança é mais agressiva para que possamos acreditar que ela pode se renovar.

Star Wars: O Despertar da Força é sem qualquer dúvida UMA NOVA ESPERANÇA. O sétimo capítulo da série segue a trajetória dos melhores reboots da atualidade, traçando alguns paralelos com a robustez do reinício de 007 em Casino Royale ou com a magia da aventura especial em Star Trek (que encontrou seu reinício nas mãos do próprio Abrams). O filme não para; é divertido, comovente e absurdamente ágil. O impacto de suas intenções se faz presente o tempo todo, de forma monumental.

Os filmes de ação de hoje em dia, em geral, se esforçam para ser tão perfeitos tecnicamente, que raras vezes os realizadores são selvagens em sua concepção como deveriam. Mad Max: Estrada da Fúria estreou no começo do ano provando o quanto essa selvageria estava fazendo falta no meio cinematográfico. Aproveitando-se de efeitos visuais práticos, maquiagens e cenários reais, e doses equilibradas de computação gráfica, Abrams demonstra que entendeu o recado de George Miller, reconstruindo a beleza da ação de uma época em que o cinema era mais simples, e exigia um pouco mais de vigor para ser construído. Abrams conduz suas sequências de ação com tomadas complexas, ângulos inclinados e câmeras sem estabilizadores. Por outro lado, Abrams não se esquece de onde veio Star Wars ao se utilizar de enquadramentos e efeitos de transição clássicos da trilogia original.

O resultado são combates aéreos e cenas de perseguição emocionantes, construídas com o realismo e o senso de imediatismo que exige o peso desta galáxia imersa em guerra. O Despertar da Força é mais profundo e mais escuro. O teor infanto-juvenil comum à série ainda existe. Só que a aventura não é mais tão lúdica. A aventura exige um pouco mais de seus aventureiros do que antes. Porque o Lado Negro cresce à espreita e está mais forte e dissimulado do que nunca.

Estabelecido em um universo 32 anos depois dos acontecimentos de O Retorno de Jedi, a aventura se lembra do passado com saudosismo; vangloria-se de elementos intimamente conhecidos da mitologia que cerca a família Skywalker e armas de destruição massiva como a Estrela da Morte. O Despertar da Força entende como as coisas funcionam na série e não se priva de rever certos conceitos para descartá-los ou usá-los no que será construído futuramente. O filme se sente como um elo entre o antigo e o novo, para que possamos acompanhar o antigo passando o sabre de luz para o novo. Star Wars sabe que precisa seguir em frente, e o faz em uma jornada emocionante, repleta de personagens de aspectos psicológicos plausíveis e confrontos melodramáticos alimentados por emoções pulsantes. Ainda assim a essência da Guerra na Estrelas continua intacta, apesar do sopro de novidade.

O filme não é realmente um remake ou um reboot, mas constrói sua história a partir das cinzas (ou da máscara queimada) do original. Não é uma princesa que esconde os dados valiosos em um dróide e é torturada por causa deles; é um piloto X-Wing. Desta vez é um Stormtrooper que se torna um rebelde. A criança que cresceu em um planeta desértico prefere ficar esperando pelo retorno da família ao invés de sair do planeta e buscar o próprio caminho.

Apesar dos tons familiares, a história e os personagens possuem a própria magnitude. Cada novo personagem principal é um clássico instantâneo, e cada um deles é especial e único a ponto de querermos acompanhá-lo ao longo de muitos e muitos filmes. Eu quero vê-los mais vezes, conhecer mais sobre, tê-los ao meu lado em novas aventuras. Esse é o tipo de efeito que Luke, Leia, Han, C-3PO e R2-D2 causavam na gente, e é o tipo de força que Rey, Finn, Poe e BB-8 despertam. Mesmo com as referências escondidas nas entrelinhas, somos levados a sorrir sorrisos emocionados ao percebermos quão vivos e maravilhosos estes novos personagens são.

J.J. Abrams sempre trabalha bem seus personagens, e este é um filme em que seu estilo de fazer cinema está em cada detalhe. Cada personagem conquista a sua maneira. Cada um é tão maravilhosamente construído que nos apaixonamos por eles em questões de minutos pelos mais diferentes motivos.

Poe Dameron é o primeiro novo protagonista que conhecemos. Ele é um personagem forte e direto, o herói do meio, um piloto de grande habilidade e um leal aliado da General Leia. Ele é corajoso, gentil com seu dróide e firme mesmo diante das maiores adversidades. Oscar Isaac constrói seu herói como um cara que só faz a coisa certa, que é cordial com os amigos, que tem uma força interna que poderia ser piegas se não fosse pelo olhar tempestuoso do ator. Ele é um herói simples, à moda antiga, como não temos visto muito ultimamente.

Finn sequer tem um nome: ele é FN-2187, um Stormtrooper tomado da família antes mesmo que pudesse se lembrar e condicionado à obediência perfeita. Mas na primeira missão de combate, ele experimenta a dor da consciência e não consegue participar do massacre de uma aldeia. Ele escapa da Primeira Ordem e finge ser um lutador da resistência para impressionar uma garota. John Boyega lentamente cresce no papel, em uma interpretação maravilhosa de alguém atormentado e heroico em igual medida. Finn não consegue permitir que coisas ruins aconteçam com os outros, não tem a índole adequada para ser o soldado de um exército opressor e sanguinário. Ele é impetuoso, cheio de carisma e lábia, um herói da maneira mais fundamental e ao mesmo tempo, o responsável pelas cenas mais divertidas em um filme repleto de cenas divertidas.

Os momentos mais grandiosos de Finn são suas tentativas de salvar Rey, uma mulher que não precisa ser salva. O filme tenta emular elementos familiares do filme original enquanto nos oferece novas nuances para sua personagem feminina. Rey é um presente incrível, uma personagem bastante capaz e auto-suficiente. Sua jornada é apressada, mas tão satisfatória que é impossível não torcermos e vibrarmos por ela a cada passo.

Daisy Ridley é um achado extraordinário! O exemplo do tipo de cara nova que J.J. Abrams costuma encontrar para seus projetos. A inexperiente Ridley, desconhecida até então, é provavelmente quem merece a maior parte dos elogios rasgados do universo de Star Wars desde os tempos em que Luke Skywalker ainda nem portava um sabre de luz. Rey é uma catadora de lixos em Jakku, abandonada há muito tempo e à espera da família, que ela não conhece. Ela tem medo de seguir em frente, acreditando que pode perder a chance de reencontrar a família se abandonar Jakku. Esse medo só é superado graças a compaixão dos amigos encontra; primeiro no dróide perdido BB-8, depois com o apoio de Finn e a tutela acolhedora de Han Solo.

Rey é uma lutadora criada para sobreviver por conta própria. Ela é inteligente, muitas vezes genial em suas ideias e percepções. E rapidamente se torna evidente que ela é sensível à Força. Ridley é tão incrível em seus momentos de despertar da Força quanto poderíamos esperar de alguém que inevitavelmente remete às descobertas de Luke Skywalker no filme original.

Ridley e Boyega, por sinal, possuem uma química agradável; eles são tão cativantes juntos que, quando eventualmente são separados, ficamos torcendo para vê-los juntos de novo. Boyega e Isaac também compartilham de uma química maravilhosa. Os filmes de Star Wars costumam construir suas relações e amizades como se os personagens fossem amigos de longa data, mesmo tendo se conhecido há pouco tempo. Os personagens constroem esta conexão com naturalidade logo nas primeiras cenas juntos. Eu quero ver mais destes protagonistas. Eles são maravilhosos e mal posso esperar pelas próximas aventuras deles.

Claro que também existem os antagonistas. Existe Kylo Ren. Os heróis são adições valiosas para o universo de Star Wars, personagens que aprendemos a amar ao longo das duas horas de filme, e que são inegavelmente personagens de Star Wars em todas as suas nuances. Kylo Ren é diferente. Ele é um personagem com psicologia complexa e emocionante. Ren tem o tipo de profundidade que George Lucas queria conceder a Anakin Skywalker na trilogia prequel, mas não conseguiu. Kylo Ren é Anakin construído da melhor forma possível. O verdadeiro legado de Darth Vader.

Ele é ousado e insolente. Propenso a uma raiva que destrói o que estiver por perto. Demonstra confiança inabalável enquanto esconde embaixo da máscara uma terrível falta de auto-estima. Acima de tudo, ele é uma pessoa ferida emocionalmente. Ren acredita plenamente no Lado Negro e quer seguir o caminho de Darth Vader, mas ele sente a força do Lado Iluminado dentro de si mesmo. Ele exalta Vader para acabar com este conflito interno, para apagar a luz e ser consumido pelas trevas. O conflito é constante, e o conflito move o personagem de forma fascinante.

Kylo Ren é o vilão que todos imaginavam que seria. Ele é um homem com aparência suave sob a máscara, esforçando-se para se encontrar no universo, para definir a si mesmo dentro de um legado e para erradicar as partes de si mesmo que ainda se sentem confusas, apesar de todas as atrocidades que comete. A própria máscara e o visual escuro são uma representação de tudo o que emana do personagem. Ele quer ser como Darth Vader, mas sofre pelas incertezas de escolher esse caminho. Ele usa a máscara não apenas por idolatria, mas porque ele precisa encontrar a si mesmo. Dentro (e por trás da máscara) ele está seguro, encerrado em si mesmo, enquanto tenta lidar com seus conflitos internos. Esse desespero na luta entre o Lado Iluminado e o Lado Negro em seu íntimo fica ainda mais claro em uma cena crucial, em que ele obtém a ajuda que precisa para escolher seu lado na Força. Nesta cena, a decisão é tomada sob uma iluminação marcante, em que a luz do sol aos poucos se apaga e é consumida por uma escuridão avermelhada que incide sobre o rosto de Kylo Ren. Nesta cena, ele não está de máscara, e a partir deste momento não o vemos mais de máscara, porque ele não precisa mais da máscara para entender seus próprios conflitos (a máscara será necessária agora para esconder cicatrizes externas, não internas).

A Primeira Ordem não é particularmente bem explicada neste filme; é basicamente uma reminiscência do Império. A posição da Ren dentro da ordem parece delicada, de modo que ele muitas vezes soa como um mero peão. E ele sabe disso. Esta consciência alimenta não só a brutalidade de suas ações, mas também a rivalidade com o General Hux de Domnhall Gleeson. A relação é muito diferente do que Vader tinha com quaisquer almirantes imperiais. Acima de tudo, Kylo Ren não é Darth Vader. Não é um Darth Maul também, como muitos pensavam. Ren não é mal por completo. Ele é um furacão de emoções, violento e transtornado como um samurai sem mestre. Adam Driver é excelente na construção do vilão. Especialmente no duelo final de sabres de luz. Existe tanta emoção envolvida nesse combate final que é impossível não se sentir arrebatado. A luta é, sem dúvida, a melhor parte do filme. Principalmente por ser o momento em que temos a dimensão real do impacto que Kylo Ren possui para a saga e seus novos protagonistas.

A batalha final é uma luta de vida ou morte, que acontece em uma paisagem esbranquiçada em que a neve salpicada de sangue exalta o vazio emocional de duas pessoas que se veem sozinhas na galáxia após a perda daquilo que tinham como figura paterna. O vencedor deve matar o vencido. Protagonista e antagonista estão lutando para matar, e isso fica claro na hora que Ren é derrotado e os dois combatentes são separados pelo abismo do planeta se destruindo. A imagem é muito forte! Existe um abismo entre protagonista e antagonista, que os separa fisicamente, psicologicamente e espiritualmente. Se não houvesse o abismo, eles se matariam. Esta cena, com esta imagem, deixa claro que não existe outra forma da luta deles terminar.

Estes novos personagens são reunidos pelos nossos velhos conhecidos. Que falta sentimos deles! Leia não é mais uma princesa. Ela é uma General. Carrie Fisher é feroz no papel de uma mulher liderando a resistência em meio à guerra, mas também é terna como a princesa do passado. Han Solo e Chewbacca estão de volta ao contrabando. Harrison Ford está no jogo e parece estar genuinamente se divertindo de volta ao antigo papel. Ele tem ótima química com os novos atores, e as cenas em que atuam juntos são frequentemente mais amenas, com toques saudáveis de humor. Han Solo agora é como um mentor para a nova geração. O cético do passado que se tornou crédulo no presente. Ele agora acredita na Força. Ele já viu muito na galáxia e tem muito a ensinar para quem acabou de chegar, especialmente para Rey. Este é um papel importante; e também um dos mais emocionantes. Ele definitivamente está em casa. O que mais você precisar saber, você deve ver com os próprios olhos. Inclusive sobre Luke Skywalker.

O que se deve ter em mente quando se assiste a este Star Wars, assim como a qualquer Star Wars, é que esta é a história de uma família complicada, constantemente testada, que está sempre travando conflitos internos e externos na busca por um equilíbrio entre o bem e o mal que existe dentro deles próprios e na galáxia ao redor. Mesmo 30 e poucos anos depois. Esta é, sobretudo, uma história sobre pessoas como você e eu. Que até mesmo reflete alguns aspectos da realidade que vivenciamos. Guerras, fanatismo, disputas políticas. Assim se constrói (e se perpetua) uma grande mitologia nos nossos corações.

Preciso ser honesto e dizer que não é fácil sentar e escrever sobre Star Wars. O que esta saga representa, para mim e para a cultura pop como um todo, é grande demais. Envolve sentimento demais. Por isso talvez as emoções sobre o filme sejam tão calorosas e apaixonadas, tanto as positivas quanto as negativas. Independente de qualquer coisa, O Despertar da Força é um filme que merece ser visto, que eu recomendo de coração, não por ter gostado, e sim para que você tenha sua própria experiência e suas próprias sensações com o filme (assim como com qualquer filme).

Se há uma coisa evidente nas críticas e resenhas de Star Wars é que TODAS são reflexos das pessoas que estão criticando. São os que veem coisas positivas em Star Wars e os que veem coisas negativas, quase todos tentando provar seus pontos de vistas. Em geral é assim em qualquer filme, só que com Star Wars, o coração fala muito mais alto e é impossível ser isento. A verdade é que as críticas à Star Wars dizem mais sobre o crítico do que sobre o filme. E eu me incluo nesse caso, estou falando de mim também. Por isso digo que vejam! No final o que vale é a emoção que a obra deixa no final para quem a assistiu. Se a emoção é positiva ou negativa, vai de cada um e cabe a você mesmo lidar com ela. Não é também sobre isso que se trata Star Wars? Lidarmos com nossos eternos conflitos.

Star Wars: O Despertar da Força conduz a nostalgia até o final, com alguns lapsos em que abre as próprias asas, nos levando a um novo caminho. Ainda que se conforme com o sentimento de reinicialização, agarrando-se ferozmente ao cânone original, este é apenas um começo. O MELHOR novo começo que poderíamos esperar. Confesso que não estava conseguindo dormir direito um dia antes da estreia, por pura ansiedade. Mal podia esperar por essa chance de ver Star Wars. De reencontrar aqueles antigos companheiros e conhecer os novos. Esse é um momento especial para a cultura pop e para o cinema. Acima de tudo é um momento especial para um garoto que cresceu sob os ensinamentos da Força. O garoto que olhava para as estrelas e sonhava com duelos de sabres de luz, heróis galácticos e batalhas espaciais. A Força despertou. Nada e nem ninguém será capaz de contê-la novamente. Nem mesmo uma Estrela da Morte gigante.

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  • Felipe de Paula Teixeira

    Fui criança por uma noite!
    1- Queria um Droid BB-8 para mim logo nos primeiros 15 min.
    2- Batia com pé no chão como se isso fosse ajudar o Finn e a Rey a fugirem.
    3- Tive arrepios no joelho direito (estranhamente específico, mas foi o que ocorreu) a cada ataque das X-wings.

    Fiquei apreensivo, mesmo já sabendo toda o desenrolar da história. SIM, eu cometi o erro capital de ler notícias demais, comentários demais (sobre o suposto roteiro vazado) e assistir trailer demais. Mesmo assim a cada cena eu me emocionava como se fosse a primeira vez. Como se fosse o meu primeiro Star Wars.

    Não tive vergonha de chorar. De torcer. De me indignar.
    O filme não é perfeito por detalhes (tão pequenos que já até esqueci).

    O curioso, pareço um fã-fanático que planejava assistir na Pré-estreia.
    Na verdade nem tinha comprado ingresso ou planejado assistir nos próximos dias.
    Iria pegar uma sessão qualquer no final do mês, com calma, num bom cinema.
    Mas a força me chamou e o ingresso caiu no meu colo horas antes da sessão após uma postagem no facebook. Cortesia de um velho amigo!
    Tinha um outros planos. Quis negar o destino (por diversos motivos).
    Mas decidi embarcar na vibe e cruzar as ruas engarrafadas desta galáxia Rio de Janeiro.
    Ali começava a minha jornada!

    E o meu sentimento é de querer assistir novamente, com outros amigos (como você disse mais cedo na rádio Alan). E novamente com mais amigos, e novamente…Pois é uma jornada de todos que amam esta saga!

  • https://www.senhoritainspiradora.blogspot.com.br Karina Lima

    Sua Resenha ta ótima!!

    Realmente o filme foi incrível, eu amei e não vejo a hora de ver essa nova equipe em muitos filmes da saga.

    Abraço

    http://senhoritainspiradora.blogspot.com.br

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