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Ataque do Tubarão Mutante

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Ataque do Tubarão Mutante

Um tubarão de duas cabeças! Esse é o tubarão mutante, que aparece logo de cara, matando e devorando um monte de gente. Ataque do Tubarão Mutante (2-Headed Shark Attack, EUA, 2012) segue depois para um barco cheio de petiscos e decotes, capitaneado por Charlie O’Connell (irmão mais velho Jerry O’Connell, do filme Piranha 3D, cujo sucesso certamente serviu de inspiração para o tubarão de duas cabeças).

O que você precisa saber é que os personagens são estúpidos, insuportáveis ou inúteis — ou uma mistura disso tudo —, e por isso mesmo, o tubarão é o herói, que vai salvar o dia abocanhando os incautos que decidem ancorar num atol para catar sucatas metálicas. O barco está cheio de estudantes universitários — prato cheio — e tem também a Carmen Electra, -MILF alert-, cuja única razão real de estar no filme é aparecer se bronzeando no convés.

Os alunos são tão chatos que num dado momento, você está desesperadamente torcendo para eles serem mastigados. Não espere lógica, ou qualidades, não há muitas. Tudo é bastante precário, e até inacreditável. Ataque do Tubarão Mutante veio um ano antes de Sharknado se tornar um fenômeno, e ainda não tinha refinamento na solene arte da galhofa que vemos em Sharknado.

Também não espere por uma história definida. Tudo se resume a um tubarão de duas cabeças matando todo mundo. O filme é tosco assim, e só não é mais tosco, porque o tubarão é carismático — meodeos, não acredito que acabei de dizer isso! — O negócio é que o tubarão não apenas devora sua presa, mas também brinca com elas. Um pobre aluninho acha que escapou, cria esperança de viver, e logo depois termina despedaçado. O tubarão é sádico, muito sádico, e isso é engraçado, de uma forma meio torta — especialmente pelos efeitos que parecem saídos de um PlayStation 2.

Ataque do Tubarão Mutante é de uma ruindade safada, como muitas produções da The Alysum, mas tem uma premissa legitimamente divertida que não dá pra ignorar. A ameaça de ter que enfrentar um tubarão de duas cabeças leva a uma questão inevitável — “Como diabos você escapa de um bicho desses?!”

E mesmo que você acredite estar a salvo, como O’Connell e Electra abraçadinhos no final, de repente uma onda gigante brota sendo surfada por um monstro de duas cabeças que engole o casalzinho abraçado sem nem mastigar. Mesmo assim o filme tem um final feliz. Não devia ter, mas tem.

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