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É o Fim

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É o Fim

O cineasta Quentin Tarantino, lançou há menos de uma semana, uma lista com os 10 melhores filmes de 2013, até agora. Dentre os escolhidos, estava É o Fim (This Is The End, EUA, 2013).

Dirigido e roteirizado por Seth Rogen (Besouro Verde) e Evan Goldberg (Segurando as Pontas), o longa é inspirado no curta-metragem Jay and Seth versus the Apocaplypse. No elenco: Seth Rogen, James Franco, Craig Robinson, Danny Mcbride, Jay Beruchel, Jonah Hill, Michael Cera, Christopher Mintz-Plasse, Rihana, Jason Segel, Emma Watson, Aziz, Paul Rudd, Martin Starr e Channing Tatum.

A trama envolve todos estes nomes acima (mais uns outros tantos), interpretando a si mesmos. É isso mesmo. Imaginem só: uma festa, com drogas, álcool e muitos astros hollywoodianos. Até aí os espectadores estarão animados, agora soma o fato de que a trama envolve o Apocalipse Bíblico e que Seth Rogen, Jonah Hill, James Franco, Danny Mcbride, Jay Beruchel e Craig Robinson são os sobreviventes em meio ao caos.

Poderia ser um dos piores besteróis (nível Film 43) ou uma grande sacada cinematográfica (como Zumbilândia). O fato é que funciona, muito bem, a começar pela história. O roteiro de Rogen e Goldberg é ácido e inteligente. Piadas depreciativas ocorrem a todo tempo, atingindo não apenas os protagonistas, mas também as carreiras profissionais deles e de outros atores famosos.

Referências a diversas produções fazem parte da narrativa (destaque para o momento em que Franco conversa com Rogen sobre uma continuação de Segurando as Pontas, ou Pineapple Express, e eles de fato rodam o que seria o filme). Os atores estão confortáveis sendo eles mesmos, deixando evidente a despretensão em atuar e o quanto deve ter sido divertido trabalhar no set. Além de se auto-depreciarem, os atores ainda fazem referência a demais filmes da cena pop, como O Exorcista e o já citado Segurando as Pontas. Sem contar na reunião dos meninos de Superbad (Michael Cera, Jonah Hill e Christopher Mintz-Plasse).

Franco prova que é um dos atores mais cool de Hollywood , interpretando sua pior versão, e Rogen consegue limpar sua ficha vermelha, zoando seus filmes (sendo que o mais afetado é Besouro Verde). Emma Watson também dá o ar da graça, se autoafirmando “adulta” (sem precisar recorrer ao twerk) e com muito humor. Participações super ligeiras, como a de Paul Rudd, Jason Segel e Aziz, mesmo tendo aparecido na trama por no máximo 1 minuto, tornam a produção ainda mais grandiosa.

A reunião destes astros em um único filme, “desenha” aos espectadores esta nova geração de comediantes e a que linguagem podemos atrelar o novo humor. Matar Rihanna logo em seu início, torna-o ainda mais grandioso, definitivamente. Tarantino estava certo ao incluir este entre os melhores do ano; e acrescento: é a melhor comédia desde Superbad.



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