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O Ataque

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Roland Emmerich é o diretor de filmes catástrofes como O Dia Depois de Amanhã e 2012. Por esses exemplos, pode-se prever a quantidade de clichês já utilizadas por ele. Nesta temporada, ele estreia O Ataque (White House Down, EUA, 2013), ação que mostra a Casa Branca sendo tomada de assalto.

Com um presidente negro (Jamie Foxx) e um discurso inicial de se implantar a paz entre os países do Oriente Médio, o filme parte para o drama ao apresentar o pai John Cale (Channing Tatum) na tentativa de reconquistar a filha (pré-adolescente) e em busca de um emprego no serviço secreto.

Emmerich prepara bem o território antes do tal ataque. E é nessa apresentação dos personagens e suas ações que os espectadores antecipam os acontecimentos.

O filme abusa dos clichês, o humor vendido (com frases de efeito), traições e golpes já previstos (antes mesmo de se ler o plot), trilha ensurdecedora e acima de tudo: o idealismo americano.

O cineasta tenta a todo instante uma frase de efeito, a fim de arrancar risadas. Porém, pode arrancar tais risadas apenas nas situações clichês (mais pela ridicularidade). Talvez a única piada que funcione seja uma referência ao filme Independence Day (que também é do diretor).

As cafonices sentimentais, comparáveis aos já citados 2012 e O Dia Depois de Amanhã, onde “um pai tenta reconquistar os filhos e no fatídico dia que estão sob sua proteção uma catástrofe acontece reunindo a família, transformando o pai em herói”, fazem com que a produção perca a credibilidade (mesmo tendo um elenco estelar) pela excessiva repetição dos arquétipos do gênero.

Apesar dos pesares, O Ataque deve agradar os fãs do gênero (mesmo não trazendo nenhum material novo). E para fãs de Tatum, podem se deliciar com as facetas dramáticas do ator.

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