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Retrospectiva de Filmes Exibidos Em 2012 – TRAILER MASHUP Épico

O final de 2012 está chegando e foram muitos e muitos filmes ao longo desse ano. Os bons filmes foram vários, alguns mais legais, outros menos, mas foi um ano proveitoso. Para comemorar isso, Louis Plamondon, ou Sleepy Skunk, fez um trailer mashup com uma verdadeira retrospectiva dos filmes de 2012.

Alguns filmes que aparecem no trailer ainda não estrearam, alguns nem chegaram ao Brasil, e alguns talvez só sejam lançados aqui no ano que vem.

O projeto foi dividido em três partes, cada uma com suas explicações sobre os motivos que levaram os filmes a serem escolhidos. Devo dizer que as explicações tornam a experiência ainda mais saborosa!

Além das explicações abaixo, você também pode ver a lista completa de TODOS os filmes que foram usados no trailer mashup, e em quais tempos do vídeo eles aparecem, basta clicar aqui.

PRIMEIRA PARTE – O Mito Pruitt-Igoe: Pruitt-Igoe foi um grande projeto de habitação urbana que se tornou famoso por simbolizar os sonhos desfeitos de muitos e foi objeto de um grande documentário este ano. Até o final dos anos 60, ele caiu de uma promessa de um futuro melhor para milhares de famílias para um lugar de pobreza, desolação e crime. Não ao contrário do destino de seus habitantes, muitos personagens em filmes deste ano tiveram que suportar uma visão do futuro que exigiu esperança para abrir espaço em meio ao desespero. Dos distritos orwellianos de Jogos Vorazes às conspirações corporativas de Branded e os edifícios altamente sitiados de The Raid e Dredd, distopia certamente voltou com tudo esse ano.

SEGUNDA PARTE – Tick Tick Boom: Uma canção que tentaram usar em vários filme mashups da internet. Eu sempre quis usá-la e comemorar cada nota de ação explosiva que transpire através deste hit épico do The Hives. A inspiração que recebi de Tick Tick Boom não é aquela claramente promovida pela ação de bolas sendo atiradas por sobre muros, mas por um sentido de auto-conhecimento e de paródia leve. Este é precisamente o tom que encontramos em propostas como Battleship – A Batalha dos Mares, Os Mercenários 2, e (por último, mas não menos importante) Os Vingadores de Joss Whedon. Todos sabemos que esses filmes são pura diversão despretensiosa, mas, em vez de nos convencer do contrário, eles decidem adotá-la e se concentrar em nos dar o que desejamos: grandes muros de fogo em erupção em todos os lugares e heróis que não podem se preocupar em olhar para eles.

PARTE FINAL – Tudo está conectado: Meu terceiro segmento foi uma tentativa de explorar o que só pode descrito em Hollywood como a fusão de blockbusters tradicionais e pequenos filmes independentes. Agora mais do que nunca, os cineastas jovens e emergentes têm a tecnologia acessível em sua pós-produção para fazer as suas ideias-na-cabeça-câmera-na-mão sentirem-se visualmente impressionantes como uma grande produção de estúdio. No outro lado da moeda, os grandes estúdios estão aumentando o financiamento para seus candidatos ao Oscar e certificam-se de não poupar despesas, a fim de apresentar uma produção cheia de recursos tão parecida com o cinema independente quanto possível. Tentei misturar os pequenos filmes, os grandes, e coloquei a minha ênfase naqueles que surgiram para ser uma coisa, mas fingiram ser a outra.

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