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Os Mercenários 2

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Os Mercenários 2 (The Expendables 2, EUA, 2012) não é só um filme. É um festival espetacular de porradaria, ação, tiros e brucutus. O negócio é frenético! O primeiro filme é divertido pra caramba, o começo da ideia foda de reunir os astros dos clássicos de ação dos anos 80/90 num só filme. Mas o primeiro é fichinha perto desse aqui. Os Mercenários 2 é muito melhor. MUITO MAIS FODA.

Deixe-se levar pela farra da testosterona. Isso é o que importa aqui. Os Mercenários 2, ao contrário de seu antecessor, entrega exatamente o que podíamos esperar de um filme de ação galhofa. A sequência evita tentativas superficiais de aprofundar seus personagens e abraça o ridículo com gosto. Por isso mesmo é melhor do que o primeiro. É tão ridículo que é espetacular!

O filme 2 não se leva a sério, em momento algum. O diretor Simon West — de Con Air, um dos filmes mais divertidos dos anos 90 — foca exatamente no que interessa. Mostrar um monte de heróis machões da antiga explodindo coisas. Das formas mais criativas e divertidas que você pode imaginar!

Os caras podem ser velhos, mas estão longe de estarem ultrapassados. O velho jeito de fazer ação ainda é um jeito fantástico de proporcionar bons momentos de entretenimento despretensioso.

A trama é ainda mais simples, inclusive com coisas que acontecem DO NADA simplesmente pra favorecer a aparição dos grandes astros. E continua tão tosca quanto no filme anterior.

Barney Ross (Sylvester Stallone) surge novamente no comando de sua equipe estelar de mercenários, o especialista em lâminas Lee Christmas (Jason Statham), os artista marcial Yin Yang (Jet Li), o violento e teoricamente gênio Gunner Jensen (Dolph Lundgren), o especialista em bombas Hale Caesar (Terry Crews), o brutamontes Toll Road (Randy Couture), dessa com o acréscimo do atirador de elite Billy the Kid (Liam Hemsworth). Eles reúnem-se novamente para completar uma missão complexa para o misterioso agente Church (Bruce Willis). Para realizar a missão, no entanto, eles recebem uma mãozinha da primeira mulher do grupo, a especialista em tecnologia Maggie Chen (Nan Yu).

Naturalmente, tudo dá errado. E a porradaria começa pra valer. Os mercenários se vêem enfrentando o terrível Villain (Jean-Claude Van Damme, com o nome mais SENSACIONAL de todos pro seu vilão). Além do nome sugestivo, Van Damme faz um vilão tão caricato que fica perfeito na proposta do enredo. Só a cena que ele fala sobre sua tatuagem de bode, com aquele sotaque carregado, vale o personagem. Ah, claro, também vale pelo espacate. Van Damme sem espacate não é Van Damme!

E pra lidar com esse perigoso Villain, Barney e seu grupo recebem a ajuda muito bem-vinda de Trench Mauser (Arnold Schwarzenegger, cuspindo bravatas épicas a todo instante e voltando, voltando, voltando, voltando…) e do lobo solitário Booker (Chuck Norris, em toda a sua glória pós-internet). Só a participação de Chuck Norris vale o filme inteiro! Quando Chuck Norris aparece, você ri. Ou você ri, ou morre! Talvez você morra mesmo se rir. Porque é o homem, o mito, o Chuck Norris. :D

Os Mercenários 2 é definitivamente tudo o que Os Mercenários gostaria de ter sido. Os diálogos pretensamente profundos do anterior dão lugar a um fluxo constante de piadas e bravatas esdrúxulas. A direção de Simon West mostra-se mais competente do que a de Stallone. Os próprios atores parecem mais à vontade. O bromance entre Sylvester Stallone e Jason Statham mantém a química fácil do primeiro filme — a perfeita junção entre o velho e o novo cinema de ação. Terry Crews e Dolph Lundgren ganham mais espaço e rendem ótimos momentos. Jet Li brilha numa cena rápida de porradaria, mas não participa ativamente do filme — fez falta. E o ex-campeão de UFC Randy Couture ainda luta para conquistar espaço nesse elenco repleto de ilustres machões.

Mais explosões. Mais bravatas. Mais macheza. Mais galhofa. Se você achava que Os Mercenários foi divertido… Você ainda não viu nada! Os Mercenários 2 chuta bundas EPICAMENTE. E não faz o menor sentido. Mas quem se importa. O que importa é que diverte como um clássico. Não há nada como um bom clássico.

[bb]

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