




Alcatraz, a nova série da Fox, que teve estreia lá fora no dia 16/01/12 e aqui no Brasil pela Warner no dia 22/01, traz nomes grandes como Sam Neill, nosso perdidão mega fofo ‘Hugo’ de Lost, Jorge Garcia, e ninguém mais ninguém menos que J.J. Abrams assinando a produção da série. Sem contar com o restante da equipe que também fez parte da direção de CSI (2000), Cold Case (2003) e Lost (2004). A galera é sabidona no que faz.
Para os fãs de Lost — e eu sou uma delas — a premissa prometia um impacto bem maior que o causado até o momento. Sinto dizer. É claro que a expectativa era alta, acho que nem precisava confessar, mas apesar das atuações boas a série deixa muito a desejar. Só que eu sou boboca e dou 4 foguinhos épicos (Bazinga)!
A gente sabe que o grande tchan da série é o fato de 302 pessoas terem desaparecido há mais de 50 anos em Alcatraz e que agora, por algum motivo misterioso, eles estão voltando — PASMEM! — com a mesma idade que tinham quando sumiram. Tá, eles não podem revelar coisa alguma agora ou não existiria série. Também não quero saber logo, gosto do mistério e do entusiasmo pelo entardecer dos episódios. A questão aqui não é como era no Lost, que muitos reclamavam das perguntas em aberto que pareciam que nunca iam ser respondidas, como foi até o último episódio; a falha, na minha opinião, é manter uma fórmula de roteiro que já vimos milhares de vezes em inúmeras outras séries (true story).
A primeira cena vem com o criminoso em questão, ficamos sabendo como ele foi parar em Alcatraz, conta um pouquinho como eram os dias na prisão e aí ele surge nos dias de hoje para enlouquecer a vida de Dr. Diego Soto (Jorge Garcia), cujo doutorado é baseado em Alcatraz e que, por causa disso, virou parceiro da detetive Rebecca Madsen (Sarah Jones), co-responsável pela investigação. É simples e deveria bastar, mas não sinto a adrenalina que sentia a cada episódio de Lost ou Fringe, por exemplo, em suas primeiras temporadas.
Prova disso é meu namorado me perguntar toda semana — e aí? O que vamos ver agora? — e eu responder American Idol na frente de Alcatraz (turum tum tchiii!). Veja bem, eu não detesto a série, muito pelo contrário, acho promissora e tenho esperanças de que vai melhorar. Sei que não estou deixando a minha empolgação passar para o texto, mas juro para vocês que acredito cegamente no desempenho dos caras! Supernatural (2005) também tinha a mesma fórmula no início e era bocó. Só depois de um tempo começou a esquentar — mesmo que não tenha sido uma regra constante. Não podemos desistir assim tão fácil, galera!
A única coisa que me deixa triste é o desperdício de ideias das quais o tema provoca. Emerson Hauser (Sam Neill), por exemplo, é O CARA! O responsável por toda a investigação, que criou um mega laboratório especial numa área subterrânea na própria prisão e sabe de coisas que nós, expectadores e espectadores, não saberemos tão cedo. Podia ser um personagem nível mestre, mas em vez dele mestrar a droga do jogo, fica por trás da cortina reclamando de tudo e de todos. Foi mal, mas acho desperdício de ator — e de dinheiro também, porque o salário dele não deve ser nada baixo. #prontofalei
A primeira vez — e única — que estive em Alcatraz foi como se jogar num mar gelado depois de horas fritando ao sol. Passar por aqueles corredores, entrar na solitária, conhecer a sala dos guardas e dos superiores, sentir o sol de San Francisco no rosto naquele pátio sem cor e caminhar pela cozinha… só eu acho que tem história ali para zilhões de filmes? Além de A Rocha é claro, que by the way é um EXCELENTE filme. É só usar a imaginação!
Pode ser ganância da minha parte (cof cof), justamente por eu ter visitado Alcatraz, mas sinto que a minha impaciência quanto à exploração humilde da produção pode estar nublando a minha visão em relação à série. Estou tão cega assim ou Alcatraz precisa ganhar mais ingrediente o mais rápido possível?


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Eu também tô meio de pé atrás com Alcatraz ainda. Acho que a série ainda tá muito naquele esquema “monstro do dia” e desenvolvendo pouco. Mas, estou dando uma chance. Quero ver se o ritmo acelera e a série emplaca.
Além disso, no meu caso, ainda tem um grande chamariz: Sarah Jones, que loira linda!
À princípio, ela é um motivo bom pra continuar acompanhando a série.
Ahá! Roubou meu título ‘pé atrás com Alcatraz’, né?
rs
Pois é… aquela loura ali até eu pego! hihihihihi
Hahahaha… pois é, não deu pra resistir.
Aliás, como eu não resisto aquela loura maravilhosa.